quarta-feira, 10 de junho de 2009

Biblioteca Municipal Brenno Motta Comemora 180 anos de José de Alencar

Bibliotecária Gina Cabral e a Agente Administrativa Valéria Rúbio

Visitantes

No mês de maio a Biblioteca Municipal Brenno Motta, comemorou os 180 anos do escritor José de Alencar.
Nesta comemoração compareceram na biblioteca mais de 180 pessoas, que tem o hábito da leitura.
A biblioteca municipal Brenno Motta auxilia toda as Crianças e adolescentes que não tem acesso a internet em casa, que vem fazer as tarefas escolares na biblioteca.
Para as pessoas que não conhecem a Biblioteca Municipal, ela fica situada na rua Pedro de Oliveira, em frente a agência do Bradesco, no centro de Carangola.

Biografia de José de Alencar

Nascido em Messejana, na época um municipio vizinho a Fortaleza, a família transfere-se para a capital do Brasil Império e Alencar, então com onze anos, foi matriculado no Colégio de Instrução Elementar. Em 1844, matriculou-se nos cursos preparatórios à Faculdade de Direito de São Paulo, começando o curso em 1846. Fundou, na época, a revista Ensaios Literários, onde publicou o artigo Questões de estilo. Formou-se em Direito, em 1850, e, em 1854, estreou como folhetinista no Correio Mercantil. Em 1856 publica o primeiro romance, Cinco Minutos, seguido de A Viuvinha, em 1857. Mas é com O Guarani (1857) que alcançará notoriedade.
José de Alencar foi mais longe nos romances que completam a trilogia indigenista:
Iracema (1865) e Ubirajara (1874). O primeiro, epopéia sobre a origem do Ceará, tem como personagem principal a índia Iracema, a "virgem dos lábios de mel" e "cabelos tão escuros como a asa da graúna". O segundo tem por personagem Ubirajara, valente guerreiro indígena que durante a história cresce em direção à maturidade.
Em 1859, tornou-se Chefe da Secretaria do Ministério da Justiça, sendo depois consultor do mesmo. Em
1860 José de Alencar havia ingressado na política, como deputado. Em 1868, tornou-se Ministro da Justiça e, em 1869, candidatou-se ao Senado. Em 1877 viria a ocupar um ministério no governo do Imperado. Em 1872 se tornou pai de Mário de Alencar, o qual, segundo uma história nunca totalmente confirmada, seria na verdade filho de Machado de Assis, dando respaldo para o romance Dom Casmurro. Viajou para a Europa em 1877 para tentar um tratamento, porém não teve sucesso. Faleceu no Rio de Janeiro no mesmo ano de tuberculose.
Produziu também romances urbanos (
Senhora, 1875; Encarnação, escrito em 1877, ano de sua morte e divulgado em 1893), regionalistas (O Gaúcho, 1870; O Sertanejo, 1875) e históricos (A Guerra dos Mascates, 1873), além de peças para o teatro. Característica de sua obra é o nacionalismo, tanto nos temas quanto nas inovações no uso da língua. Em um momento de consolidação da Independência, Alencar representou um dos mais sinceros esforços patrióticos em povoar o Brasil com conhecimento e cultura próprios, em construir novos caminhos para a literatura no país. Em sua homenagem foi erigida uma estátua no Rio de Janeiro. Cor do texto
Literatura
José de Alencar é o grande nome da prosa
romântica brasileira, tendo escrito obras representativas para todos os tipos de ficção românticos: passadista e colonial (O Guarani, 1857), indianista (Iracema, 1865), sertaneja (O Sertanejo, 1875).
Pode-se dividir, didaticamente, a obra de Alencar em indianista (
O Guarani, 1857; Iracema, 1865; Ubirajara, 1874); urbana (Lucíola, 1862; Diva, 1864; Senhora, 1875), regionalista (O Gaúcho, 1870; O Sertanejo, 1875) e históricos (Guerra dos Mascates (primeiro volume), 1873).
Seus grandes mestres são o francês
Chateubriand e o escocês Walter Scott. Mas também o influenciaram muito os escritores Balzac e Alexandre Dumas.
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Assessoria de Comunicação e Eventos
Breno Motta Nacarati
Tel – (32) 3741-7744 Celular (33) 8814-9829
breno.motta@hotmail.com

4 comentários:

VISUAL disse...

Parabenizo e apoio o incentivo cultural da Biblioteca Brenno Motta de Carangola /MG.
Somos privilegiados de ter este acervo literário em nossa cultura,e Jose de Alencar , teve a sensibilidade e sabedoria de se espelhar nos grandes mestres da rica literatura francesa como no tão respeitado Balzac .O conhecimento de nossas raízes serão frutos preciosos a colher em nossa educação.

Parabéns a toda equipe.

Jaqueline Pantuza

Unknown disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Unknown disse...

Destacando a bibliotecária que é linda,e alguns erros de ortografia,a matéria esta ótima.

Diego Silva

VISUAL disse...

Luciana Dias

O trabalho de criticar os outros é muito fácil. Difícil é o trabalho de se corrigir a si mesmo.
O texto ficou ótimo, e não tem nenhum erro de ortografia como disse esse Diego Silva.....